Jornal O Serigráfico

 

Sabemos muito bem que o mundo continua girando sem nós, que o tempo não para e que somos apenas “um entre 6,4 bilhões de indivíduos, pertencentes a uma única espécie, entre outras três milhões de espécies classificadas, que vive num planetinha, que gira em torno de uma estrelinha, que é uma entre 100 bilhões de estrelas que compõem uma galáxia, que é uma entre outras 200 bilhões de galáxias num dos universos possíveis e que vai desaparecer”, como diz Mario Sergio Cortella. A mais pura verdade!
Mas você também já se deu conta de que cada um de nós, indivíduos, fazemos parte dessa engrenagem toda, que somos um dente, ainda que ínfimo, na engrenagem do universo e que cada passo nosso, cada gesto, cada palavra contribui para que o mundo continue sendo o que é ou mude de rumo completamente?
Assim, somos diretamente responsáveis pelo rumo de nossas vidas e, indiretamente, também responsáveis pelo destino de outras tantas pessoas… Imagine bem se ninguém tivesse se disposto a apertar o botão da bomba atômica… Provavelmente o destino da humanidade toda seria outro…
Da mesma maneira, podemos – e devemos – dar a nossa contribuição para o progresso da humanidade. Já pensou se ninguém resolvesse estudar as doenças? Ainda que por muito menos, podemos, sim, mudar o destino do nosso país, do nosso estado, da nossa cidade, do nosso bairro, da nossa comunidade, ou de apenas uma pessoa que nos seja cara.
E isso pode fazer toda a diferença, sem que, ao menos, nos demos conta. Já dizia Madre Teresa de Calcutá: “por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”.
Seja a gota que completa o mar!
Patricia Sousa

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