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Enquanto assistimos ao sofrimento das pessoas do mundo, vítimas das catástrofes naturais e pelas tragédias criminosas amplificadas pelos erros humanos, por não respeitar o meio ambiente, vemos o poder político e a sociedade travarem um embate por ajuda humanitária.
O número de fenômenos naturais como fortes tempestades, ciclones, nevascas, secas, terremotos, maremotos, deslizes de montanhas, erupções de vulcões têm ocorrido com maior frequência e maior intensidade em todos os lugares do mundo. As mudanças climáticas estão trazendo consequências enormes para a população, desde a área da saúde, até a área econômica e social. A sustentabilidade está ameaçada pelo seu tripé, comprometendo as próximas gerações.
Após tragédias anunciadas, provocadas pelo descaso do homem, como a do rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, no Brasil, ou a tragédia causada pelo fenômeno natural dos fortes ciclones, ocorridos recentemente no continente africano, tirando mais de 1000 vidas humanas, essas populações atingidas sofrem com o aumento de problemas relacionados à saúde, tais como ansiedade, estresse e depressão. Há um crescimento de casos de doenças infecciosas como lepstopirose (transmitida ao homem pela urina de roedores, caninos, bovinos e suínos), hepatite A, disenteria amebiana, febre tifóide, cólera, lombriga e também acidentes vasculares cerebrais (AVCs), segundo estudos realizados por pesquisadores cientistas de vários países com populações que viveram tais situações de emergência.
São muitos os desafios que esse século XXI tem nos imposto. Temos muito que aprender e muito que nos humanizar em antagonismo a toda essa tecnologia que faz o ser humano ser mais individual, mas ao mesmo tempo conectado com dezenas, centenas ou milhares de pessoas.
É necessário que haja políticas públicas para conservação do meio ambiente e limites para as concessões de grandes empreendimentos, é necessário que haja conscientização dos empresários, é necessário que haja programas de meio ambiente, segurança e riscos à saúde, é necessário que haja uma legislação que seja coerente e limpa, é necessário, sobretudo, que as pessoas pensem mais no coletivo do mundo.
Tudo para que possamos sobreviver mais alguns anos com qualidade de vida nesse planeta. Precisamos de política de Estado e não política de governo. O alinhamento entre políticos, empresários e sociedade só acontecerá pela consciência e não pela dor e sofrimento, como tem acontecido.

Silvia Regina Linberger dos Anjos
www.maqtinpel.com.br

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