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Esta foi a frase dita por Pee Wee Reese, colega de time de Jackie Robinson, na década de 40, sugerindo que todos somos iguais.
Jackie, que usava a camisa 42, foi o primeiro jogador afro-americano da Major League Baseball, e era alvo de racismo.
Jackie fez história na luta contra a desigualdade usando o esporte para esta grande conquista, ingressando em 1962 no Hall da Fama do Beisebol. Desde 2004, todo dia 15 de abril, jogadores de equipes de beisebol usam o número 42 em homenagem ao dia em que Jackie estreou na Major League pelo Brooklyn Dodgers, como uma forma de mostrar ao mundo que todos somos iguais.

O que nos faz diferentes um em relação ao outro não é a cor, o gênero, a aparência, o grau de escolaridade ou a situação financeira. O que nos faz diferentes é o caráter que cada um possuímos.
Caráter não tem cor, não tem gênero, não tem preço.
Em uma época de tantos desentendimentos circulando em redes sociais, só resta àquele que tem bom caráter não disseminar o ódio. E uma boa forma de fazer isso é se perguntar: “O que eu estou escrevendo aqui vai ajudar alguém ou vai criar mais desentendimentos ainda?”
Na falta de dizer palavras que agreguem coisas boas, o melhor é se calar.
Antes o silêncio do que o desrespeito!
Siga uma regra em sua vida: olhe agora para os lados e respeite qualquer um que seus olhos puderem visualizar. E faça isso em todos os lugares e momentos. Desta forma, você respeitará a todos igualmente.

Como disse um dia o escritor francês Alfred Montapert, autor do livro “A suprema Filosofia do Homem: As Leis da Vida”, respeito é um dos nossos reais valores.

“Nem todos podem ter um curso superior. Mas todos podem ter respeito, alta escala de valores e as qualidades de espírito que são a verdadeira riqueza de qualquer pessoa.”- Alfred Montapert.

Usemos sempre a 42!

Mara de Paula Giacomeli é jornalista e editora do jornal O Serigráfico

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