Jornal O Serigráfico

O negócio do momento – altamente rentável e com margens de lucro de até 300% por peça – caracteriza-se ainda pela versatilidade, baixo investimento, produção rápida e máquinas de fácil manuseio

Empreender customizando camisetas, sacolas, bonés, chinelos e canecas pode ser altamente rentável. Com baixo investimento e fácil processo produtivo, que não requer nem ao menos prévio conhecimento técnico, o Transfer dá sinais que está em franca expansão. Versátil, o mercado engloba empresas de diversos portes, sejam pequenas, médias ou grandes, e permite o trabalho em equipe ou até mesmo sozinho, inclusive na própria casa. Atualmente, as margens de lucro variam de 100% a 300% por peça e a fabricação de cada uma delas não demora sequer 4 minutos.

Mesmo em época em que o cenário econômico parece adverso, o negócio já se mostrou bem atrativo. Isso porque indústrias, escolas e academias, entre outros estabelecimentos, estão sempre precisando de produtos gerados a partir do Transfer para presentear funcionários, clientes, alunos e parceiros comerciais ou até em busca de vestuários para eventos e datas comemorativas, bem como uniformes corporativos.

O processo baseia-se, a rigor, em imprimir a imagem em um papel próprio para transfer, com um equipamento de qualidade. Em seguida, basta fixar esse papel no material, colocar na prensa, ajustar o tempo e a temperatura e aguardar.

São basicamente duas máquinas usadas: a prensa térmica e a impressora, como as da linha TueVis (SG, VG) e da série VSi (640, 540 e 300), além da pequena notável BN-20.
“Com um novo conceito digital que resulta em trabalhos de maior qualidade e altíssima resolução as nossas impressoras apresentam tecnologia de ponta e nitidez de imagem jamais vistas”, sintetiza Anderson Clayton, gerente de marketing da Roland DG Brasil.

www.rolanddg.com.br

Comente: