Editorial

Corte o mal pela raiz

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Patricia Sousa
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Outro dia, conversando com um empresário do mercado, ouvi dele: “meu sogro foi um empresário muito próspero e sempre dizia que se você tem uma perna doente, deve cortá-la para que a doença não tome conta do corpo e você possa continuar vivo. E levo isso pra minha vida: se tem alguma coisa que não vai bem, não adianta insistir, é melhor cortar mesmo pra continuar em frente”.
Estamos muito acostumados a ver filmes, ler livros e ouvir histórias sobre a difícil decisão de cortar um membro do corpo para continuar vivo e, em contrapartida, as benesses de poder ver e viver tudo aquilo que você não veria se não o tivesse feito. Mas você já fez essa analogia com a sua vida cotidiana, seja profissional ou pessoal? Pois foi exatamente nisso que pensei quando ouvi a história da perna. Vale pra tudo: não é só fisicamente que devemos analisar o que está doente, podre, o que não serve mais e que pode nos levar à morte. Relacionamentos pessoais e profissionais, problemas financeiros e até funcionários podem significar essa tal perna podre.
Assim como uma laranja podre contamina e faz apodrecer todas as frutas do cesto, um mau funcionário, uma má administração, um setor improdutivo e até um relacionamento pessoal podem arruinar uma empresa – ou uma vida. Apesar de toda a pressão e dúvida na hora de tomar a decisão de “cortar a perna”, não raro é a melhor saída. Protelar decisões importantes, paternalizar a administração de sua empresa ou manter relações improdutivas pode ser a diferença entre a prosperidade e o fracasso. Analise bem o que funciona ou não e as consequências de manter essa “perna”. Se ela estiver podre, corte logo o mal pela raiz!

Patricia Sousa é Jornalista e Editora do Jornal O Serigráfico

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