Editorial

Entre descrenças e esperanças

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Depois de um ano difícil como 2016 não era de se estranhar que 2017 começasse assim, na desconfiança.

Apesar do otimismo de alguns, é fato que a energia que pairava no ar era a da descrença e até mesmo da desesperança. O mercado tentando reagir, mas ainda recessivo, lento e sem toda aquela perspectiva.

Mas como num passe de mágica, todas as nossas esperanças foram renovadas, o otimismo voltou a reinar nas frases sobre 2017 e novos sonhos começaram a ser sonhados depois da FESPA 2017.

O sucesso do evento, o comparecimento em peso do público, a notícia de que tivemos o maior índice de visitação por metro quadrado entre todas as FESPAs promovidas ao redor do mundo animou não só os expositores, como também os visitantes, que fizeram a inevitável leitura de que o mercado está reagindo e voltando a investir.

A FESPA foi sorriso puro!

E claro que, para cada um de nós de todo o mercado, isso é um bom sinal, um sinal de esperança, de crença e de fé que, mais uma vez, o povo brasileiro deu o seu “jeitinho” para sair da crise e está fazendo por sua própria conta, a economia girar.

Augusto dos Anjos, poeta brasileiro, traduziu bem o que significam esses ciclos em que vamos do céu ao inferno. E depois retornamos…

 

“A esperança não murcha, ela não cansa,

Também como ela não sucumbe a crença,

Vão-se sonhos nas asas da descrença,

Voltam sonhos nas asas da esperança”.

 

Patricia Sousa

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