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Se ninguém fala…

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Juntos somos melhores. Em qualquer atividade humana, a integração e o esforço coletivo proporcionam maiores chances de sucesso. Muitas vezes nos esforçamos para encontrar uma solução para determinada questão cuja melhor resposta não está perceptível para uma só cabeça, mas quando pensamos em “bloco”, as chances de encontrar e determinar a opção mais viável multiplica-se e evita que o desgaste mental comprometa o trabalho da equipe. O melhor de tudo é compartilhar o sucesso com a própria equipe.

Em trabalhos de comunicação não é diferente. As melhores ideias nascem do envolvimento de profissionais em torno de um objetivo comum cujos benefícios proporcionam não somente a satisfação do cliente, mas de toda a equipe inclusive. Comunicação é isso. É desenvolver ideias e comunicar ações que beneficiem o coletivo. Mas nem sempre é fácil contar com uma equipe coesa e participativa em todos os sentidos. Reunir pessoas e estimulá-las a raciocinar em determinadas situações pode ser um trabalho bastante exaustivo. Muitos profissionais demoram tempo demasiado para perceber que exercitar o cérebro é umas das mais fascinantes formas de aprendizado e consequentemente de crescimento na atividade que exerce. A conquista da liderança só é possível através do aprendizado constante, da vontade de fazer o melhor sempre, do interesse pela satisfação pessoal e profissional. Liderar não é fácil, mas é fascinante.

Para convencer uma equipe o líder tem que ter brilho nos olhos e, o mais importante, participar. Mesmo assim, pode ocorrer que o líder não consiga a colaboração de todos da equipe. Sempre pode existir um elemento fora do contexto, o que às vezes dificulta muito uma tomada de decisão. São vários os motivos pelos quais um membro de uma equipe fica deslocado ou inerte em uma reunião. Poder ser a timidez, a insegurança ou a falta de interesse, a qual eu denomino de “preguiça mental” – o pior dos problemas – e o verdadeiro líder tem que decidir um modo de ação para integrá-lo e, caso não consiga, desintegrá-lo, no bom sentido, é claro. Infelizmente é assim. Uma engrenagem com um dente a menos emperra todas as outras e a máquina não funciona. Para fazer a máquina funcionar, o líder precisa, além de participar, ter criatividade, coragem, audácia, sensatez, pensar “fora do quadrado” e praticar uma certa dose de loucura. Não é fácil, mas é justamente nas dificuldades que nascem as melhores oportunidades.

Alguém imaginou que Donald Trump seria o próximo presidente americano? Pois é!

Sinval Lima

 

 

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